Mostrando postagens com marcador maker. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maker. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de junho de 2018

O fim da NTC - o fiasco de uma startup de sucesso iniciada com financiamento coletivo

#papoNerd

Xiii... Essa madrugada (14/06/2018) tive uma infeliz surpresa ao ficar sabendo do encerramento, em março passado, da NTC (Next Thing Co.), a empresa do "single board computer" C.H.I.P., aquela plaquinha de 9 doletas que foi um dos maiores sucessos (se não foi o maior sucesso) em financiamentos coletivos, ao pedir US$50.000 e receber US$2.071.927.

Imagem da campanha da Single Board Computer C.H.I.P.

Além de não entregar os pedidos feitos na loja on-line ao longo do início de 2018, a empresa também deixou pra trás outro financiamento coletivo de sucesso, que havia captado US$265.331 (sobre US$100.000 inicialmente previstos) que, ao que tudo indica, não está sendo devolvido para os apoiadores pelo site Kickstarter.

Ai me vem a mente diversas questões:

1. Uma startup, mesmo com produto bom, mercado ativo, campanha publicitária de sucesso, não se garante e vai pra estatística das empresas que fecham em menos de 5 anos;

2. A última campanha (produto Voder), que virou calote, arrasta para o lodo a confiabilidade dos sites de financiamento coletivo;

3. O capitalismo perde feio, uma vez que uma brilhante startup vai pro buraco e a concorrente (e detentora absoluta do mercado - Raspberry Pi Foundation) é subsidiada (atividade social - ista) pelo governo inglês (um dos maiores defensores do estado mínimo / liberalismo econômico).

E o que isso tem a ver comigo? Simples: Passei os últimos oito anos defendendo e divulgando makers, startups, empreendedorismo etc. em palestras em faculdades e universidades e um dos maiores expoentes disso tudo virou um gigantesco engodo.

Conclusão: Mais vale a minha piada sobre aquele programa de TV (Pequenas Empresas, Grandes Falências) do que todas as disciplinas, palestras e cursos de empreendedorismo e administração.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Cadê a nova geração de nerds?

"Hashtagueando" como nas redes sociais pós-web 2.0:
#papoNerd #velhoRabugento

Publiquei uma opinião (textaum) no Facebook concordando com um artigo da tnw, baseado num relatório da HackerHank e, pela extensão do meu texto, tem que ser uma publicação aqui no blog (pra não virar mais uma opinião perdida nessas redes sociais voláteis, onde você nunca (re)encontra o que foi lido ou escrito (conteúdo publicado em rede social só serve para a própria rede social... Mas isso é assunto para uma publicação própria). Segue um copiar+colar do meu texto no fb:

"Basta olhar pra média etária frequentadora dos hackerspaces / makerspaces. São quase exclusivamente clubes adultos (quando não idosos). A "minha turma", hj na faixa dos 45, começou a programar com idade entre 10 e 15 anos. Hj, quando aparece algum garoto programando, é destaque a ponto de virar palestrante em grandes eventos, vide os meninos Pedro e Matheus (não vou linka-los. Quem está "no meio" os conhece e sabem de quem estou falando).

A tentativa de reviver a programação entre crianças e adolescentes feita pela fundação Raspberry Pi é outro fracasso, basta observar a média etária dos autores de artigos nas revistas disponibilizadas pela própria fundação e pelos inúmeros sites DIY pela web (afirmo categoricamente que o Arduino, apesar de não ter esse objetivo, é muito mais efetivo nesse sentido do que os SBC-SoC PCs).

A Campus Party é outro termômetro: A garotada estava lá exclusivamente para jogar (mega lan house) e mostrar PCs tunados. Os espaços hackers/makers/DIY e de divulgação de conhecimento tecnológico (palestras, oficinas etc.) se compunham só de adultos. Quem "virou" alguma madrugada acordado viu: Durante as madrugadas, onde os "nerds" aficcionados costumam mergulhar no desenvolvimento de algo, com o silêncio e concentração reinante, era de um vazio assombroso, já que praticamente todo mundo se retirava para o camp ou ia embora. Nem ciclo de palestras madrugada adentro houve. A própria direção do evento preferiu evitar esse o público nerd com a eliminação das áreas de conforto (praças de sofás) para os não-camp, forçando os nerds a irem embora por não terem um local pra cochilar durante a madrugada."

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Minha retrospectiva 2015

2015 foi um ano duca!!! Estive presente em muitos eventos interessantes graças, tanto ao ABC Makerspace, quanto aos contatos acadêmicos.

Na verdade, o agito todo começou no finalzinho de 2014:
 
 
 
 
 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

ABC Makerspace

O segundo semestre de 2014 foi excessivamente agitado (nova faculdade, novo lote de placas CFFA 1.4, novo trampo etc, a ponto de eu ficar um tanto sem rumo), mas, pra mim, a novidade mais #nerd é a participação no ABC Makerspace, um espaço aberto, mantido pela empresa Cubicblox, do Alexandre "Pacman" e do César, dois figurinhas carimbadas na área de tecnologia e retrocomputação.


Nossa baderna fica na cidade de Santo André (ABC Paulista), na rua Senador Fláquer, 491, fundos/sobreloja (acesso através de um estacionamento), bairro Centro. Fica a 20 minutos a pé da estação de trem (Prefeito Celso Daniel - Santo André) / terminal metropolitano de ônibus da cidade.

Quem quiser aparecer por lá, estamos oficialmente abertos no horário comercial (salvo excessões) e nas noites de terça-feira (Terça do Arduino), das 18h00 as 22h00, e de quinta-feira (Quinta da Tempestade Cerebral), também das 18h00 as 22h00.



Então, quem quiser me encontrar, sabe onde estou quase que toda noite e, eventualmente, a tarde.